segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O que são os temperamentos?



Nessa nova série vamos abordar o tema sobre os temperamentos, o que são temperamentos?
A palavra temperamento vem do latim 'temperare', que significa "equilíbrio". Na atualidade os termos da psicologia moderna foram se diluindo, e de fato, temos que retomar a filosofia antiga, pois atualmente esse termo assumiu muitas conotações.

O estudo do temperamento começou a ser abordado, ao que se tem registro, pelo filósofo grego Empédocles e seu conterrâneo, o médico Hipócrates. Ambos seguidos, mais tarde, pelo greco-romano Galeno dentro do que ficou conhecida como a teoria dos humores. Os temperamentos foram divididos entre quatro: Sanguíneo (que a raiz da palavra significava o sangue, a vida), Melancólico ( melancolia, tristeza), Fleumático ( vem de Fleuma, falta de emoção, passividade), Colérico (Cólera, ira, explosão). Para os gregos inicialmente os humores tinham intima relação com as questões biológicas da pessoa, como podemos ver nos significado dos termos, o que cada temperamento representa portanto só veremos a diante. E não podemos classificar que alguns seja, ruins ou bons, e muito menos que alguém esteja totalmente definido em um deles apenas, mas temos traços predominantes de uns, e de outros. Todos eles tem habilidade a serem desenvolvidas e defeitos a serem combatidos.
Na classificação moderna, podemos dizer que os temperamentos: sanguíneo e colérico são extrovertidos; e o melancólico e o fleumático são introvertidos. Cada mês veremos um resumo de um deles, até lá. Paz e bem!

Complementariedade e o estimulo sexual





     No livro Amor e Responsabilidade, Karol Wojtyla, acrescenta um anexo com o seguinte título “A Sexologia e a Moral”. Neste trecho da obra, Wojtyla fala das diferenças existentes no que se refere ao estímulo sexual feminino e ao masculino e seu desenvolvimento. Nesse sentido, é oportuno mencionar que, em muitos cursos de noivos, ouvimos a expressão: "homem é como um fogão a gás, e a mulher, como um fogão a lenha". Essa metáfora também é encontrada no livro Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazer amor?, de Allan e Barbara Pease.

     Muitas são as dúvidas e conflitos gerados em torno dessas questões. Então, para começarmos a entender um pouco mais sobre isso, recorremos aos ensinamentos de Karol Wojtyla na obra já mencionada. Wojtyla faz um apanhado geral sobre o desenvolvimento dos impulsos sexuais até a puberdade. As manifestações psíquicas da fase que antecede a puberdade é um período de entorpecimento, também conhecido na psicologia moderna como latência. Vale pensar como o popularmente conhecido "clube do Bolinha ou da Luluzinha", pois as meninas têm um certo afastamento dos meninos, e vice-e-versa. Não é incomum em nossa sociedade atual uma cobrança obsessiva sobre o posicionamento sexual dos meninos e da meninas quando estes ainda estão vivendo o período de latência. Essa era para ser uma fase importante na maturação sexual, mas passa a ser uma fase de angústia e crescente insegurança. E, por falta de conhecimento sobre o próprio desenvolvimento humano, essa etapa tem sido negligenciada.

     Após essa exposição, Wojtyla trata dos problemas que fazem referência às diferenças do estímulo sexual feminino e do masculino. Do ponto de vista do amor, as diferenças, na curva feminina de excitação, que sobe e desçe mais lentamente, pede um altruísmo da parte do homem, para que este não seja o único a atingir o ponto culminante da excitação sexual.





    "Não pode resultar senão duma profunda educação do amor!" (Amor e Responsabilidade). Essas são as palavras de Wojtyla quando fala dessa busca por amar para além de si mesmo, esse é o caminho que ele sabiamente nos aponta. "Se se tem em conta que a curva de excitação do homem é mais curta e sobe bruscamente é-se levado a afirmar que um ato de ternura da sua parte, nas relações conjugais, adquire a importância dum ato de virtude, precisamente a virtude de continência e indiretamente do amor" (Karol Wojtyla).



     A partir disso, podemos compreender a importância da castidade, da educação para o amor, do autodomínio, da temperança, como caminhos para a realização futura no matrimônio, mas também para a realização sexual do casal, e não como uma obstrução ao amor. Ao contrário, como um verdadeiro antídoto.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Toque físico

terça-feira, 7 de junho de 2016

Homem mulher o criou!

Segue o link de uma pregação que fiz no grupo de Jovens Sarados no Tatuapé, sobre O masculino e o feminino!


https://onedrive.live.com/redir?resid=6557D18CAF25CAF6!8525&authkey=!ADVytTTS0ykXqEQ&ithint=file%2cmp3

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Palavras de afirmação!


Elogios verbais e palavras de afirmação são poderosos comunicadores do amor. Desde algo simples como: "Como você é uma pessoa amorosa!", até mesmo um clássico: "Eu te amo!". Claro que o elogio não deve ser um recurso usado sem reflexão, deve ser algo sincero, e que diz de fato o que você acha sobre a pessoa a quem se dirige a palavra. Para que não vire uma bajulação vazia, as palavras deve carregar o tempero da autenticidade sempre. Em todos os tipos de relacionamentos uma palavras de afirmação, pode ser de grande motivação para os que tem essa linguagem de amor. E para os que não estão habituados a essa linguagem vale tentar exercita-la, pois o clima de afeto, carinho é natural em lugares e pessoas que utilizam bem esse recurso. Como também é comum um clima ruim em lugares e pessoas que reclamam e criticam muito. Principalmente em momentos de sofrimento, de inseguranças, ou incertezas as palavras de encorajamentos são alento para a alma. O Encorajamento, as palavras que edificam, requerem empatia, ou seja, buscar enxergar naquele momento com os olhos do outro, procurar saber o que é importante para ele, como a pessoa se sente, quais seus sonhos e planos.
É importante ficar a tento pois as pessoas que tem essa linguagem de amor como uma de suas principais, são mais vulneráveis a palavras que a fazem se sentir diminuída, ou desmotivada. No casamento vemos muito isso, casais que ficam muito sensíveis ao que o seu cônjuge pensa sobre ele.
Paz e bem!

domingo, 29 de maio de 2016

Linguagem dos presentes














Receber presente é uma das linguagens de expressão de amor, e vamos falar dela aqui! Quem tem essa linguagem se sente muito amado quando ganha algo, mesmo que seja algo simples. "Alguém pensou em mim!" Esse é o sentido dos presentes para quem tem essa linguagem. Principalmente se não for uma data especial, ou seja, a pessoa não estava esperando. Quem não apresenta essa linguagem geralmente têm dificuldade de compreender, pois é uma linguagem cheia de detalhes. Há aqueles que quando ganham um presente acham algum detalhe em que não ficaram satisfeitos, modelo, cor, etc. Estes provavelmente não tem presente como sua linguagem de amor principal, pois uma característica desses e não se ater tanto ao que ganhou, mas sim que alguém pensou nela. E quando em alguma data não é lembrada fica muito frustrada. Como tratamos nos artigos anteriores podemos exercitar as linguagens que ainda não temos muita prática, é buscar compreender a linguagem dos que os outros se expressam: pais e filhos, esposos, amigos, no trabalho, na familia!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Atos de serviço



      Nessa serie de artigos estamos refletindo sobre o livro: “As cinco linguagens do amor", de Dr.Gary Chapmam, antropólogo, historiador, filósofo e terapeuta conjugal norte-americano. As cinco linguagens do amor são: toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, atos de serviço e presentes. Esse mês vamos falar sobre atos de serviço!
Cada pessoa têm uma maneira diferente de demonstrar amor! Tem pessoas que se sentem amadas quando alguém lhes ajuda em algo, ou quando elas podem ajudar o outro em alguma atividade, amar para elas está ligado primeiramente a fazer. São estas pessoas das quais as atitudes de serviço tem um peso maior do que as palavras. Um grande exemplo é o caso das mães de recém nascidos, o filho efetivamente sentira seu amor enquanto, sua mãe troca suas fraldas, amamenta-lhe, coloca-lhe uma roupinha, etc. Isso não quer dizer que não se deva dizer com palavras ao bebê sobre seu amor, claro que sim. E com o tempo a criança manifestará suas linguagens de amor, e terá algumas que lhe são mais significativas. Se seu filho tiver essa linguagem de atos de serviço como linguagem, você ao ajuda-lo a fazer um trabalho de ciências, terá significado de: "meu pai (minha mãe) me ama!".
Identificar as linguagens de amor com os quais as pessoas com quem nos relacionamos melhor compreendem, ajuda e muito no dia a dia entre pais e filhos, entre esposo e esposa, amigos, comunidade. Amar requer que saímos de nos mesmos na direção do outro, buscar desenvolver as linguagens de amor, nos enriquece em nossa capacidade de expressar o amor. Vale a pena refletir: Quais são as minhas principais linguagens? Quais as das pessoas com quem convivo? Qual eu ainda não tenho habito de exercitar? Sendo assim, mãos a obra!


 
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